quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Capitolo 6 - Itália

Com a junção de 2 bandas nascia em 1969 o Capitolo 6, a banda teve uma atividade ao vivo até que bem vivida, com apresentações em festivais, programas de tv e shows. Em 1972 depois de uma mudança de formação lançaram este que é seu único álbum. A edição original do disco veio com uma capa tripla, que quando aberta mostrava o índio por inteiro. Um dos pontos altos das ‘one disc italian prog bands’


Frutti Per Kagua - 1972

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terça-feira, 11 de novembro de 2008

Socrates Drank the Conium - Grécia

É até estranho. Um país tão maravilhoso e de história riquíssima como é a Grécia não ter tradição nenhuma no Rock. Apesar de desconhecido, o Socrates Drank the Conium foi um dos poucos grupos daquele país a chamar atenção do público e da crítica. Formado no ano de 1969, em Atenas, o quarteto durou até 1974 com este nome. Gravaram três ótimos discos: Socrates Drank the Conium (1972), Taste of Conium (1972) e On the Wings (1973). O som é um rock progressivo com muita influência de Jimi Hendrix e Cream. Tudo ia bem, até o maluco do Vangelis aparecer. Em 1974, o renomado compositor entrou para a banda, que teve o nome reduzido para Socrates. Houve uma mudança no direcionamento musical do grupo e eles gravaram também três álbuns: Phos (1976), Waiting For Something (1980) e Breaking Through (1981). Abaixo, Close the Door and Lay Down, faixa cinco do primeiro disco da banda, com destaque para o guitarrista Yannis Spathas.

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domingo, 9 de novembro de 2008

I Califfi - Italia

Há pouca informação sobre essa banda na grande rede. Sabe-se que I califfi é uma boa banda Italiana e representante do rock progressivo. Seguindo os passos de banco del mutuo soccorso, premiata forneria marconi e le orme. O album Fiore di Metallo foi lançado em 1973 e possui as seguintes músicas :

01. nel mio passato
02. fiore finto fiore di metallo
03. alleluia gente
04. varius
05. felicità, sorriso e pianto
06. a piedi scalzi
07. madre, domani...
08. col vento nei capelli
09. campana


I Califfi - Fiore di Metallo (1973) Italy


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Casa das Máquinas - Brasil



Grupo musical que se originou em 1972, quando Netinho e Aroldo (ex-integrantes do grupo OS INCRÍVEIS), descontentes com o rumo comercial que o grupo estavam tomando, juntamente com outros músicos de garra (Carlos Geraldo, Pique e Pisca) resolveram unir-se com o intuito de fazer outro tipo de "som" que fosse mais artístico e menos comercial.O grupo original nasceu de um desmembramento da banda OS INCRÍVEIS, sendo Netinho e Aroldo (baterista e guitarrista, respectivamente) os primeiros a iniciar o grupo. Depois então vieram os outros integrantes: Carlos Geraldo, Pisca e Pique (antes de ingressar na banda do CASA DAS MÁQUINAS, Pique tocava com Roberto Carlos).O grupo se desfez em 1978, quando houveram acusações contra o grupo de que teriam culpa por um triste episódio, onde um cinegrafista da Rede Record faleceu; Além dos discos oficiais já citados, existe ainda um pirata gravado no mesmo ano da dissolução da banda; O disco foi gravado em Santos - SP, em abril de 1978; Traz as músicas de maior sucesso da banda; Recomendado apenas para os fãs mais assíduos; O grupo original era formado por: Netinho (bateria e percussão), Aroldo (guitarra, violão e vocal), Carlos Geraldo (baixo e vocal), Pisca (guitarra, violão e vocal) e Pique (saxofone, piano, órgão e flauta); No 3º LP, houveram algumas modificações: Aroldo, Carlos Geraldo e Pique saíram; Entraram: Simbas (líder vocal), Marinho (piano acústico, piano fender, minimoog, Eika strings) e João Alberto (baixo); João Alberto entrou para o grupo após a gravação do 3º disco do CASA; Marinho entrou no lugar de Pique; O único disco que o integrante João Alberto participou e gravou foi o LP pirata do show realizado na cidade de Santos - SP.Discos:

Casa das Máquinas 1974
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sábado, 8 de novembro de 2008

Asia Minor - França

Uma das muitas fantásticas e obscuras bandas do progressivo europeu, para se conhecer e avaliar para o público prog, é o Asia Minor , que fez apenas 2 pequenos albuns nos anos 70. Essa banda fez um twist fora do comum no genero popularizado pelo CAMEL, com um forte acento no instrumental do rock (quando há vocais, eles são cantados com um estranho sotaque inglês), com influências étnicas de folk, usando muita flauta, guitarras e teclados. Os 2 albuns são " Crossing the Line " e " Between Flesh and Devine ", o último sendo absolutamente essencial. Assim como a banda de progressivo frances, PULSAR, o ASIA extraiu suas influências, das bandas PINK FLOYD e KING CRIMSON.
Excelente e original banda, indispensável à todos os amantes do rock progressivo.


between flesh and devine

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Los Shakers - Urugay


Los Shakers surgiu em 1963 na cidade de Montevideu - Uruguai, mas acabou construindo sua carreira, fixando-se em outros países como a Argentina inicialmente e depois a Espanhã.

Apesar de terem origem latina, sempre cantaram em Ingles, chegando a lançar um de deus discos nos Estados Unidos (Break It All - 1966). A semelhança com "The Beatles" era tão grande que chegaram a ser divulgados como "os Beatles Latinos" na época.

Este CD reune dois albuns da banda: "La Conferencia Secreta Del Toto's Bar - 1968" e "En el estudio otra vez - 1971"

O primeiro, apresenta a banda no meio de uma completa viagem sonora, em total sintonia com os Beatles. As 11 canções que formam a obra-prima encantam qualquer um, com toques de música uruguaia ("Candombe"), sunshine pop ("The Shape Of A Rainbow" e "Always You"), psicodelia inglesa ("I Remember My World" e "Mr. Highway") e beach boys fase Pet Sounds (Higher Than A Tower). Isso tudo sem contar "The Pine & The Rose", uma das mais belas canções do rock 60's.

Apesar de gravado entre 67 e 68, o terceiro disco dos uruguaios só saiu no início de 69, pois a gravadora queria mais hits e brecou o lançamento até onde pôde. O album ganhou vida sem nenhuma divulgação e depois do final da banda, sendo considerado o "Sgt. Peppers" da américa latina segundo alguns criticos de música.

Já "En el estudio otra vez" foi gravado somente com dois integrantes da formação original do "Shakers": "Carlos Caio Villa"e "Roberto "Pelín". Apesar disto, o disco é muito bom. A roupagem instrumental das doze faixas é um pouco mais moderna e utiliza bem os teclados e o orgão mas sem deixar para traz as tradicionais guitarras. Os arranjos continuam influenciados por "Beatles" mas tem personalidade própria. Basta prestar atenção nas faixas "The day 'i've got a friend", "Rubber class", "It is the day", "Say to me with your eyes", "Too many people" e "I think of you" para comprovar isto.

Destaques também para as faixas "Someone"com seu arranjo orquestrado, contendo flautas e cellos, "You were a lier" com linhas mais boogie/beat, "See the light" mais pop-psych e "It's too late", interessante versão cover do classico da cantora "Caroline King" .

Album que agradará em cheio todos fãs de British Psych.

La Conferencia Secreta Del Toto's Bar - 1968" e "En el estudio otra vez - 1971"

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Premiata Forneria Marconi - Italia

O rock progressivo é um estilo que sempre foi visto como algo elitista. Para os jovens é música de velho: chata e enfadonha. E a Itália provou que o rock progressivo não é nada disso, produzindo bandas e excelentes álbuns entre os anos 1971 e 1977, que como as grandes bandas inglesas como 'Yes', 'Emerson Lake and Palmer' e principalmente 'King Krimson' nos brindaram com verdadeiras obras de arte.

Pino Favarolo,Teo Teocoli, Franz di Cioccio e Giorgio Piazza (baixo e voz) tocavam em uma banda chamada ‘Quelli’, e depois se juntaram ao grande Franco Mussida (guitarra e voz) e ao Flavio Premoli (teclados e voz) e formaram a ‘Premiata Forneria Marconi’ ou PFM, banda italiana de rock progressivo que atingiu popularidade nos anos 70, com sucessos tanto nas paradas britânicas quanto americanas. Logo depois entrou para o grupo Mauro Pagani (flauta, violino e voz).


O nome da banda foi dado em homenagem a uma padaria da cidade da Brescia. Em 1971 abriram shows para o ‘Yes’ depois para o ‘King Crimson’ e impressionaram o letrista Peter Sinfield, que os apadrinhou. Apesar de compartilhar o estilo com várias outras bandas foram a única banda italiana do gênero a se tornar famosa fora de seu país natal. O primeiro álbum ‘Storia di un Minuto’ mostrou toda a competência e virtuosismo de seus músicos.

Os anos pesam até para os artistas, talvez mais para eles do que para nós simples mortais. Franco Mussida, alto e tímido está com artrite, e em certos momentos dos shows pede ao tecladista que estique seus dedos. Mesmo assim, arrasa e comove. Seu domínio do violão clássico já não possui a mesma habilidade, maculada pelos problemas de não ser mais jovem, mas a sensibilidade continua infindável. Ainda brilha com sua guitarra chorosa e o quanto de história da boa música tem debaixo dos cabelos já brancos. Certamente é o amor à música que move a banda. Para os velhinhos do ‘Premiata Forneria Marconi’ a música é uma celebração.


1972 - Storia Di Un Minuto

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